O nascimento de uma nova empresa de tecnologia, dados e gestão dentro da MEDH.
O nascimento de uma nova empresa de tecnologia, dados e gestão dentro da MEDH.
A próxima fronteira da saúde pública não está na compra. Está na inteligência que decide o quê, quando e onde cada medicamento precisa estar.
Entregar o produto certo, no prazo certo. Uma relação transacional, medida em volume e logística.
Um sistema de inteligência que assume a operação farmacêutica inteira — e se torna indispensável.
Medicamentos vencem antes de chegar a quem precisa. O recurso público evapora.
Fortunas presas em estoque parado — dinheiro que poderia salvar vidas hoje.
A falta vira processo. O gestor responde por aquilo que não consegue enxergar.
O que a MEDH já faz com excelência.
O que todos os concorrentes tentam fazer.
O que ninguém mais consegue unir em um só ecossistema.
Receita eletrônica e uso racional.
Baixa automática por paciente.
Validade, lote e rastreabilidade.
Inventário e reposição inteligente.
Os medicamentos ficam fisicamente no município — mas continuam sendo propriedade da MEDH. Estoque em consignação, do início ao fim.
Zero investimento em estoque.
Zero risco de perda. Zero desperdício.
Medicamento entregue ao paciente.
Só então o município paga.
O estoque se reabastece sozinho.
Zero milhões imobilizados em prateleiras.
Menos extravios e excessos de estoque.
Validade e giro sob controle contínuo.
Reposição planejada, não reativa.
Cada unidade tem destino e rastreio.
Paga-se apenas o que se consome.
Previsão preditiva que transforma dados de toda a rede em decisões de abastecimento, economia e saúde pública.
Consumo por UBS, médico e paciente · estoque · indicadores · medicamentos críticos · cobertura.
Visão estratégica, sem ruído. Só os indicadores que importam para a gestão pública.
Recursos públicos preservados.
Medicamento sempre presente.
Operação enxuta e previsível.
Perdas reduzidas ao mínimo.
População melhor atendida.
Indicadores para os órgãos de controle.
Um ecossistema nacional, em tempo real.
A MEDH já reúne distribuição, tecnologia, BI, IA, consignação, compras públicas e logística. Falta apenas uma decisão: integrá-las em um único produto e liderar o futuro da saúde pública brasileira.